Pescar é enfrentar saudáveis desafios, é fazer amizades, é conhecer novos lugares e abrir novos horizontes. É conviver com a natureza. É ser companheiro.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Novas regras para a pesca lúdica em 2026

 

Pescadores lúdicos vão ter de registar capturas em aplicação a partir de 2026

Os pescadores lúdicos vão ter de registar as suas capturas numa aplicação móvel a partir de 2026 e a União Europeia criou um grupo de trabalho para discutir estas matérias, no qual Portugal está representado.

“[…] A partir de janeiro de 2026, os pescadores lúdicos devem registar e reportar as suas capturas através de um sistema electrónico (na forma de uma aplicação móvel) e a ser desenvolvido pelo Estado-membro ou União Europeia”, lê-se numa nota da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

Esta obrigação surge na sequência da publicação de um regulamento do Parlamento e do Conselho Europeu, que vem introduzir novas obrigações para a pesca lúdica.

Em Portugal, o registo electrónico das capturas vai abranger todas as modalidades da pesca lúdica, lazer, desportiva, marítimo-turística e submarina, em terra, a partir de uma embarcação ou submersa.

As especificações técnicas da aplicação estão a ser discutidas e a União Europeia criou o Grupo de Trabalho para a Pesca Recreativa (‘Working Group Recreational Fisheries’) para o efeito.

Neste grupo participam técnicos da DGRM, da Inspeção Regional das Pescas e de Usos Marítimos dos Açores e da Direção Regional de Pescas/Inspeção Regional de Pescas da Madeira.

 

DGRM- Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos

16 de dezembro de 2025

𝗔𝗽𝗹𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝗹𝗲𝘁𝗿𝗼́𝗻𝗶𝗰𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗽𝗲𝘀𝗰𝗮 𝗹𝘂́𝗱𝗶𝗰𝗮

No âmbito das novas regras para a pesca lúdica que resultam de um regulamento europeu aprovado em 2023, a DGRM, em articulação com as autoridades regionais das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, concluiu os testes à segunda versão da aplicação disponibilizada pela Comissão Europeia.

Prevê-se que ainda este mês seja disponibilizada a terceira versão, introduzindo funcionalidades adicionais de apoio ao utilizador. Seguir-se-á um novo período de testes, com vista a assegurar uma utilização estável e adequada da aplicação.📱

O lançamento nas lojas digitais (Google Play Store e App Store) será efetuado pela Comissão Europeia de forma faseada, por grupos de Estados-Membros. Este modelo permitirá um processo de disponibilização e utilização progressivo, devidamente acompanhado pelas autoridades competentes. 🐠

Para assegurar o suporte necessário, a DGRM está já a preparar a equipa do BMar para prestar esclarecimentos e apoio aos pescadores lúdicos 🐟

No Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, é exigido colete reflector para pesca noturna (entre o pôr e nascer do sol).


domingo, 7 de dezembro de 2025

VOTOS DE UM FELIZ NATAL PARA TODOS

 Aqui ficam os nossos votos e o nosso especial agradecimento a todos, especialmente áqueles que nos acompanham já há 22 anos.

Bem hajam !



sábado, 7 de junho de 2025

Desidratar sardinhas para uso posterior

 

Como desidratar sardinhas para uso posterior


A utilização de sal para desidratar alimentos e prolongar o tempo de vida útil é ancestral. Há evidências da sua utilização intencional na Mesopotâmia em 3000 a.C. e na Judeia em 1600 a.C. 
Em 1200 a.C. os Fenícios negociavam peixe seco no Mediterrâneo oriental. O objetivo é potenciar a remoção da água existente nos tecidos, contribuindo para a diminuição do tempo de secagem. A salga é normalmente utilizada antes da secagem.



Separe os filetes dos dois lados da cabeça e da coluna central ou, se preferir, as sardinhas inteiras depois de evisceradas.

Remova as barbatanas

Coloque uma fina camada de sal sobre um tabuleiro e os filetes ou as sardinhas sobre o sal com o lado da pele de cabeça para baixo e mais uma camada de sal sobre eles.

Mantenha o tabuleiro num local ventilado (sem luz solar directa).

Quando as sardinhas estiverem totalmente secas (cerca de 24 horas), coloque-as num caso plástico ou numa tigela e congele-as.

Assim poderá usá-las durante vários meses - quando entram na água, hidratam e teremos então um óptimo isco.



quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

domingo, 24 de novembro de 2024

Todos os nós para a pesca

 

Todos os nós que precisa de conhecer para a pesca. Clique na imagem sff.



sexta-feira, 22 de novembro de 2024

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

MAPA DE ACTIVIDADE DOS PEIXES

Para ter a tabela sempre actualizada do mapa de actividade 
dos peixes clique aqui ou na imagem !


Este mapa é elaborado com base científica, através de um software específico que aplica os cálculos baseados nas conclusões dos estudos inciados em 1926 por John Alden Knight e publicados dez anos depois.

Para demonstrar a sua teoria Solunar, John Alden Knight fez uma compilação de dados de forma sistemática, a fim de obter mais detalhes sobre a captura de peixes. Estes dados, tratados de forma bastante aprofundada, que abrangeram tanto a captura de grandes e pequenos peixes, de forma isolada, como capturas de grandes quantidades através de métodos de pesca profissional, permitiram que chegasse à conclusão que praticamente todas as capturas foram feitas dentro dos períodos solunares, sendo que 90% das mesmas foram feitas nos períodos solunares maiores que eram coincidentes com a fase de lua nova.

Sempre que um dos períodos solunares (que correspondem a maior actividade dos peixes) coincidir com a 1ª hora do nascer ou do pôr do sol, poderá esperar-se nessas horas uma ainda maior actividade. Se estes períodos coincidirem ainda com as fases de lua nova ou lua cheia, então haverá condições para pescarias memoráveis.

Paralelamente, John Alden Knight estendeu as suas pesquisas às aves cinegéticas e ainda a outras espécies animais, confirmando que também estas eram estimuladas nos períodos solunares.

As flutuações barométricas influenciam bastante a actividade dos peixes, principalmente de forma negativa quando a tendência é para a descida, bem como a temperatura da água, que quando baixa leva os peixes a procurar maiores profundidades. Alterações climatéricas bruscas, tempestades, condições anormais da água, frentes frias e ainda outros factores podem interferir negativamente nos períodos de actividade (períodos solunares). Nos períodos que precedem tempestades há sempre um aumento da actividade do peixe, que, instintivamente, parece querer precaver-se...

A imprevisibilidade das condições atmosféricas a longo prazo, ainda que estas tenham alguma interferência nas tabelas solunares, são apenas um entre os vários factores utilizados no cálculo das ditas.